O cientista suíço Moisés Santiago Bertoni (1857-1929), cnasceu na Suíça italiana. Mudou-se para a América do cSul, primeiro para a Argentina e logo para o Paraguai, cpor não apreciar o clima político e social da Europa. cEstabeleceu-se às margens do Rio Paraná, onde se se cdedicou à criação da família de 13 filhos e à pesquisa científica. Na pequena casa, hoje museu administrado pelos Serviços de Parques Nacionais do Paraguai, Bertoni estudou e publicaram material sobre etnografia dos guaranis, o idioma guarani, botânica, zoologia, entomologia, meteorologia, agricultura e biologia. Para publicar seus livros, ele organizou uma editora em casa e deu-lhe o nome latim de Ex-Sylvis, que significa "da floresta". Na pequena editora com imprensa manual ele publicou obras como "La Civilizacion Guarani", em três volumes; o "Dicionário Guarani-Latim e termos Científicos" e outros trabalhos na área da agricultura. Um deles, "Rozado sin Queimar" (que condena as queimadas). Bertoni morreu em Foz do Iguaçu, em 1929. Ele deixou uma grande coleção de
insetos, crânios de animais, cobras em Formol, além de muitos livros. Embora vivesse isolado, o cientista recebia, pelo correio, informações, livros e revistas -como a americana Smithsonian, de vários institutos geográficos, científicos e culturais do Brasil, da África, Ásia e de sua nativa Europa. Bertoni foi o descobridor de várias espécies vegetais. A mais famosa a Stévia Rebaudiana Bertoni, uma planta com sabor adocicado conhecida no Paraguai como Ka'á he 'en . No nome científico da planta que acabou se firmando como eficiente adoçante natural, aparece também o nome de solteira de sua esposa, Eugênia Rebaud Bertoni, com quem ele dividiu a descoberta. Bertoni está enterrado no cemitério da família, ao lado do museu.
Preço do passeio por pessoa: R$ 130,00 (inclui transporte e um drink).